Mysteries
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“Por que ainda dói? Por que ainda sinto? Ah, coração querido, eu lhe avisei, lhe alertei, lhe falei que tinhas que arrancar ele dai. Não esta nos fazendo bem, na verdade nunca fez, mas agora coração, ele esta fazendo você de brinquedo de monta-monta. Coração depressa, não temos muito tempo. Ele não pode esta ai amanhã pela manhã. Querido coração, isso tem que ser feito hoje, logo, imediatamente. Querido, escute a razão pelo menos uma vez ou eu quem partirei e te deixarei para traz.”
Nós partimos amanhã. Nathalia Lima. (via autorias)

“Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.”
Caio Fernando Abreu (via auroriar)

“Mas aí você apareceu. E fez o sorriso de todos os outros perder a graça.”
Juliana A.  (via neutralizarei)

“Eu tô bem. As coisas nunca são como eu planejo, meus objetos nunca são atingidos, e minhas metas sempre se perdem no meio do caminho. Vou de mal a pior na escola, não sei lidar com pessoas, e a tristeza ta sempre por aqui. Mas, eu tô bem. Perdi as pessoas que eu mais queria por perto, afastei outras que me queriam, e não faço ideia do que eu vou fazer da vida. É, tô bem.”
Clara Nascif, Oposicoes.  (via nevou)

“Tenho uma mania de tomar conta das pessoas que são importantes pra mim como se elas fossem indefesas. É bobo, eu sei, mas me preocupo com coisas do tipo, se a pessoa está respirando no meio da noite.”
Clarissa Corrêa.   (via acrescentada)

“Eu sou como um pássaro, meu amor. Não gosto de sentir-me presa as pessoas, não gosto de ser trancada em uma gaiola, mesmo que seja uma feita de amor. Sinto-me sufocada diante de qualquer elemento que possa tirar-me a vontade de voar. Se me queres contigo, imploro, voe comigo. Não me deixe presa, não me coloque limites. Eu sempre vou querer ultrapassar-los. Não deixe-me trancafiada. Eu sempre irei fugir. Se me queres contigo, junte-se a mim, mas não me peça para permanecer no chão. Eu não nasci para ficar parada.”
Bernadete Guedes. (via acrescentada)

“Acho o seu sotaque e o modo com que fala cantado a coisa mais encantadora do mundo, todos deveriam pronunciar as palavras assim. Todo mundo diz que você fala coisas sem sentido, mas eu não digo. Quando você pronuncia meu nome nada mais faz sentido, é como se o mundo se embaralhasse.”
Gabito Nunes.       (via acrescentada)

“Na ficção, tudo parece mágico e perfeito, mas há uma grande desvantagem: não importa se o protagonista tem dezessete anos ou é um moribundo, se é uma novela ou uma trilogia; toda criação literária pressupõe um começo, um meio e um fim. Nas páginas lúcidas da vida, algumas histórias simplesmente não tem final, e há sempre consideráveis chances de uma reviravolta, pois a trama não se limita a três, seis ou dez personagens. Mais alguém pode entrar por aquela porta, agora mesmo. É o que todos nós esperamos, quase sempre.”
Gabito Nunes.   (via acrescentada)

“Ah, o amor… Botão de rosa entreaberto, estrelas caídas de um mundo de sonhos, sombras solitárias num oásis de um deserto, pássaro novo num aveludado e aconchegante ninho. Amor é orquídea avermelhada que nasce no meio da rua, não se sabe como. Dor que nunca se sente sozinho… De dia, os raios de sol. De noite, os raios de lua. Um amor assim não se colhe, se planta. Assim é esse amor: Um pouco de vida e magia, miscelânea de alegria e dor, mistura do real com a utopia.”
Cinzentos. (via distanciarei)

“Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.”
Friedrich Nietzsche.  (via acrescentada)